Like good questions never asked

“Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta.” (Carl Young)

He-llo

E ai?

Moh tempo que não vinha aqui.. e isso me faz cair  naquele pensamento que vc tem que encontrar tempo para fazer o que gosta… porque senão… vai indo pela vida e quando vê, o tempo já foi e com ele a oportunidade de fazer as coisas que o fazem ou poderiam te fazer verdadeiramente feliz.

E esse é meio que o tema de hoje no TSD =)

HOJE:

Blessed To Be A Witness – Ben Harper

Trecho legal da letra:

Some have flown away
And can’t be with us here today
Like the hills of my home
Some have crumbled and now are gone
Gather around for today won’t come again
Won’t come again
 
So much sorrow and pain
Still I will not live in vain
Like good questions never asked
Is wisdom wasted on the past
Only by the grace of God go I
Go I
 
 
 

 Música recomendada para:

Ir pra praia, ou viajar… mas é recomendada para dias de verão, leves e soltos.

– Legal ouvir…

De manhãzinha…. com os raios de sol bem bonitos despontando =)

-Sobre a música/banda:

Bom… conheci essa musica em 2006, e ela faz parte do album “Diamonds on the inside” (2003) do Ben Harper.

Nesse album, além da faixa de mesmo nome, indicaria também She’s only happy in the sune  como um todo o cd tem um clima bem leve e pra mim praiano… bom pro verão.

Nessa musica em especial gosto muito do trecho que faz parte de um paragrafo bem reflexivo:

Gather around for today won’t come again
Won’t come again…

E apesar de obvio, e de sabermos disso desde que nascemos (a morte e os impostos são a unica certeza)… é uma verdade que teimosa e inocentemente, muitos de nós acaba por esquecer. =/

Por isso, como ainda não disse FELIZ 2012 aqui, fica essa a mensagem =) vamos aproveitar muito… como acho que já disse outras vezes – façamos da vida algo digno de um ser eterno! 

Se, ao fim de meus dias,
Continuar
Sem escutar, sem entender, sem atender,
Sem realizar o Cristo, que,
Dentro de mim,
Eu Sou,
Terei me perdido na multidão abortada
Dos perdulários dos divinos talentos,

Os talentos que a Vida
A todos confia,
E serei um fraco a mais,
Um traidor da própria vida,
Da Vida que investe em mim,
Que de mim espera
E que se vê frustrada
Diante de meu fim.

Se tudo isto acontecer
Terei parasitado a Vida
E inutilmente ocupado
O tempo
E o espaço
De Deus.
Terei meramente sido vencido
Pelo fim,
Sem ter atingido a Meta.

“Se” – Hermógenes

Hasta outro dia Santo minha gente!

Mas antes um outro textinho tbm que curto: 

Quase…

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.

É o quase que incomoda, que entristece, que mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que

se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa

maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou

melhor não me pergunto, contesto.

A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos

sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom dia”, quase que

sussurrados. Sobra covardia e falta de coragem até pra ser feliz. A paixão

queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos

para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.

Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os

dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina,

não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz

dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance;

para as coisas que não podem ser mudadas, resta-nos somente paciência.

Porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a

oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance;

pros amores impossíveis, tempo.

De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance

cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade

sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.

Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que

sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora

quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

Luiz F. Veríssimo


Publicado em janeiro 4, 2012, em Cultura, Filosofando, Música, Música pelo mundo, Poesia, Uncategorized e marcado como , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: